Agricultores familiares já podem se inscrever na chamada pública do Floresta+ Amazônia

Inscrições seguem até 30 de junho de 2026 e contemplam agricultores que conservam a floresta em seus imóveis rurais

Está aberta a chamada pública do Floresta+ Amazônia, iniciativa voltada ao Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) para agricultores e agricultoras familiares que conservam a floresta em seus imóveis rurais.

A chamada tem como objetivo valorizar quem contribui diretamente para a preservação ambiental, reconhecendo o trabalho de produtores rurais que mantêm áreas de vegetação nativa conservadas e colaboram para a redução do desmatamento e da degradação florestal na Amazônia Legal.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 30 de junho de 2026. A chamada pública é organizada por fases de entrada, contemplando diferentes condições do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e dos municípios participantes. Não é necessário passar pela Fase 1 para acessar a Fase 2.

Na Fase 1, podem participar agricultores familiares proprietários ou possuidores de pequenos imóveis rurais, de até quatro módulos fiscais, localizados em municípios prioritários para ações de prevenção, controle e redução dos desmatamentos. Nessa etapa, os imóveis devem estar inscritos no CAR, mas não precisam estar analisados.

Já na Fase 2, podem participar agricultores e agricultoras familiares com pequenos imóveis rurais, de até quatro módulos fiscais, situados em qualquer município da Amazônia Legal, desde que o CAR esteja na condição de analisado e com regularidade ambiental comprovada pelo órgão estadual competente.

O programa prevê pagamentos que variam conforme a fase e os critérios atendidos. Na Fase 1, o benefício é pago em duas parcelas de R$ 1.500, enquanto na Fase 2 os valores podem chegar a até R$ 28 mil por ano, conforme a área de vegetação nativa conservada.

Os interessados devem consultar todos os critérios, a lista de municípios participantes e realizar a inscrição pelo site:

florestamaisamazonia.org.br/editais/conservacao

A iniciativa reforça a importância da agricultura familiar na preservação ambiental e no desenvolvimento sustentável, mostrando que conservar a floresta também gera reconhecimento, renda e futuro para quem vive e produz no campo.